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Café com uma história,

Café com um propósito.

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MANIFESTO

Acreditamos que o café pode ser mais

do que uma bebida.


O café pode ser uma ponte — entre agricultores e os apreciadores de bebidas, entre a tradição e a inovação, entre a terra e aqueles que cuidam dela.

 

Nossa missão é simples, porém ambiciosa: apoiar os cafeicultores independentes brasileiros comprometidos com o cultivo sustentável e compartilhar seu café especial com o mundo.

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Ao longo da semana, a Macaw marcou presença constante durante o desenrolar da Cúpula — desde reuniões de alto nível e a Assembleia de Impacto até a Noite de Premiação no icônico Museu do Amanhã. Pela primeira vez, os eventos se estenderam ao longo do “Earthshot Boulevard”, um trecho vibrante e a céu aberto que liga o museu ao Píer 3, projetado como um espaço para engajamento público, diálogo climático e arte ambiental imersiva.

Aqui, e ao longo de toda a Cúpula, criamos momentos de conexão em torno do café, reunindo a comunidade Earthshot por meio de uma experiência compartilhada que conectou o cultivo à conversa e as origens locais à ambição global.

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Café Earthshot

Durante o Prêmio Earthshot e a Semana Earthshot no Rio de Janeiro, em novembro de 2025, a Macaw recebeu o cafeicultor e cacique Almir Suruí — um líder visionário da tribo Paiter-Suruí, na Amazônia — para dar as boas-vindas à nova turma de 15 finalistas do Earthshot.

 

Por meio de suas palavras, presença e do serviço do café robusta de sua comunidade, o encontro se enraizou nos ecossistemas brasileiros e na sabedoria indígena, oferecendo um poderoso lembrete dos sistemas de conhecimento que sustentam um futuro mais sustentável.

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A Notpla é uma das empresas inovadoras em sustentabilidade mais empolgantes do Reino Unido, desenvolvendo materiais de embalagem pioneiros feitos de algas marinhas e plantas para substituir os plásticos descartáveis. Fundada em Londres, a empresa, vencedora do prêmio Earthshot, tornou-se internacionalmente reconhecida por criar alternativas naturalmente biodegradáveis que podem desaparecer inofensivamente na natureza, sem deixar microplásticos ou resíduos tóxicos.

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A Macaw foi coanfitriã de um evento no Museu da Ciência explorando a Ciência do Café — uma conversa que uniu agricultura, comércio, sabor e sustentabilidade em uma única narrativa interligada.

 

Realizado em uma das instituições de ciência e inovação mais importantes do mundo, o evento traçou a jornada do café, do grão à xícara, revelando os sistemas complexos — ecológicos, culturais e tecnológicos — que moldam cada bebida.

A Ciência do Café no Museu da Ciência

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Nossos convidados ouviram depoimentos de produtores de café sustentável especializado no Brasil: Celesty, da tribo Suruí, na floresta amazônica do estado de Rondônia, que compartilhou a história de sua tribo com o café; Paula e Marcelo, da Fazenda 3 Meninas, no Cerrado, Minas Gerais, que descreveram o melhor da agricultura regenerativa na produção de café da mais alta qualidade e o impacto no ecossistema da região; e Adriano Muniz, da Fazenda Das Almas, em Cabo Verde - Minas Gerais, cafeicultor de terceira geração, cujo café premiado e cultivado de forma sustentável foi servido durante o evento.

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Com as boas-vindas de Giovana Zocoli, um discurso de abertura do Embaixador do Brasil no Reino Unido, Antonio Patriota, e um programa moderado por David Fein, a noite reuniu vozes de todo o panorama do café e da sustentabilidade. As contribuições de Lucas Garcez, Rafaella Siqueira e Pierre Paslier compartilharam perspectivas em primeira mão de produtores brasileiros, a dinâmica global do comércio de café e inovações que moldam materiais e cadeias de suprimentos mais responsáveis.

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A Macaw teve o prazer de trazer a Dengo Chocolate para Londres. A Dengo, fundada no Brasil, tornou-se internacionalmente reconhecida por seu compromisso com o fornecimento ético e por celebrar a riqueza do cacau brasileiro, trabalhando diretamente com os produtores para apoiar a biodiversidade, rendimentos justos e um artesanato excepcional.

O trabalho mais recente da Notpla tem como ponto central o desenvolvimento, em parceria com a Macaw, do primeiro copo de café expresso do mundo totalmente livre de plástico, revestido com algas marinhas em vez da fina camada de derivados de petróleo encontrada nos copos de papel convencionais. Apresentado inicialmente durante a Earthshot Prize Week, no Rio de Janeiro, o copo representa um grande avanço na reinvenção de um dos objetos mais comuns do nosso dia a dia, demonstrando como a ciência dos materiais, o design e a inovação ambiental podem se unir para transformar o futuro da cultura do café e da hospitalidade sustentável.

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Por meio de degustações de café filtrado, espresso martini e chocolate Dengo, a Macaw criou um espaço onde a ciência encontra a narrativa, conectando aqueles que trabalham na origem com aqueles que moldam o futuro do consumo. A noite refletiu o compromisso contínuo da Macaw com a transparência, a sustentabilidade e uma compreensão mais profunda do café como produto e como um sistema vivo.

EVENTOS

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A Macaw apoiou o lançamento em Londres da Iniciativa Jaguar Rivers no Museu da Ciência — um esforço ousado e transfronteiriço para restaurar e reconectar ecossistemas em toda a bacia do rio Paraná, na América do Sul.

 

Reunindo líderes da área da conservação, cientistas e parceiros ambientais, o evento marcou o início de uma ambiciosa colaboração focada na biodiversidade, na regeneração de habitats e na resiliência a longo prazo de um dos sistemas fluviais mais importantes do continente.

Iniciativa Jaguar Rivers no Museu da Ciência, abril

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Ao longo da noite, a Macaw serviu cafés brasileiros de origem sustentável e seus famosos espresso martinis, criando momentos de conexão que refletiam os temas do evento: a ligação entre paisagens, meios de subsistência e ecossistemas locais, e uma responsabilidade global compartilhada.

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A noite contou com um painel moderado por David Fein, com os sócios fundadores Sofia Heinonen, Mario Haberfeld, Ivan Arnold e Yan Esperanza, além de uma mensagem de boas-vindas e apresentação do diretor do museu, Ian Blatchford.

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Inserido em uma comunidade dedicada ao impacto social e ambiental, o evento destacou o papel da ação coletiva — e das escolhas cotidianas — no enfrentamento de um dos desafios mais abrangentes, porém frequentemente invisíveis, de nossa época.

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Macaw participou de um encontro de alto nível no The Conduit Club para o The Plastic Detox — uma noite de discussão e troca de ideias que marcou o lançamento mundial do documentário da Netflix, The Plastic Detox.

 

Centrado no tema “Microplásticos: O Problema Oculto”, o evento reuniu cientistas, ativistas e inovadores para explorar uma crescente crise de saúde: o impacto dos produtos químicos derivados do plástico na biologia humana.

 

A conversa foi além do lixo e da poluição, focando em como os microplásticos entram no corpo através de materiais do dia a dia — de embalagens a tecidos — e as implicações disso para a fertilidade, o desenvolvimento e a saúde a longo prazo.

O programa de desintoxicação de plástico no Conduit Club

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Ao longo da noite, Lucas Garcez, cofundador da Macaw, ofereceu degustações de café e espresso martinis da marca, criando momentos de conexão que complementaram a urgência do diálogo.

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O programa incluiu um debate moderado por David Fein com os inovadores do Earthshot, Pierre Paslier e Anthony Kolanko.

Esses momentos também refletem o compromisso da Macaw em reduzir o desperdício, apoiando copos de café compostáveis e sem plástico desenvolvidos pela Notpla, vencedora do Earthshot Prize, e defendendo inovações que protegem o planeta.

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Por trás de tudo isso, existe um compromisso compartilhado com o próprio Pantanal. A história e o propósito da Macaw são profundamente inspirados por sua parceira de conservação, a Onçafari, cujo trabalho abrange quatro biomas brasileiros e combina pesquisa científica com engajamento comunitário. Por meio do apoio ao Projeto Arara-azul, a Onçafari ajuda a proteger populações selvagens viáveis da arara-azul, ao mesmo tempo que fortalece a conservação em todo o ecossistema — uma missão que reflete os valores por trás de cada xícara de Macaw Coffee.

Juntas, essas parcerias ganham vida em momentos compartilhados. Pessoas, lugares e propósitos se encontram em torno do café — celebrando a colaboração, a comunidade e um compromisso coletivo com a proteção das paisagens naturais, o apoio àqueles que cuidam delas e a transformação de rituais cotidianos em conexões significativas.

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A Macaw Coffee apoia a chegada a Londres de Water Pantanal Fire, uma impactante exposição fotográfica no Museu da Ciência que revela tanto a beleza quanto a fragilidade do Pantanal, a maior área úmida do mundo.

Para marcar a abertura da exposição, a Macaw está servindo cafés especiais brasileiros cultivados de forma sustentável em eventos que reúnem pessoas em torno de uma apreciação compartilhada pela natureza, cultura e conservação. Nascida no Pantanal, a história da Macaw está profundamente ligada às paisagens e à vida selvagem retratadas na exposição.

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O café servido provém da família Muniz, que cultiva café em Minas Gerais desde 1942, atualmente representada pela segunda e terceira gerações de agricultores, Adriano e Matheus Muniz. Suas fazendas possuem certificação Rainforest Alliance e são gerenciadas por meio de programas de sustentabilidade que abrangem a gestão ambiental, a responsabilidade social e a resiliência econômica.

Luciano Candisani / Documenta Pantanal

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Água Pantanal Fogo

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A Macaw teve a honra de participar das comemorações do 10º aniversário do Museu do Amanhã — uma instituição emblemática dedicada a explorar o futuro do nosso planeta.

 

Marcado por um jantar de gala de alto nível, juntamente com uma programação pública mais ampla, o evento reuniu parceiros, inovadores e líderes culturais para refletir sobre o papel da ciência, do design e da colaboração na construção de um mundo mais sustentável.

Museu do Amanhã 10º Aniversário

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Lucas Garcez, cofundador da Macaw, ofereceu degustações de café da marca, criando uma experiência sensorial que complementou os temas da celebração, convidando os participantes a se envolverem mais profundamente com as histórias, paisagens e pessoas por trás de cada xícara.

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Como parte da programação liderada pelo Diretor-Presidente Ricardo Piquet, o cofundador da Macaw, David Fein, falou sobre a crescente parceria entre o Prêmio Earthshot e o museu, destacando o legado em evolução do Prêmio no Brasil e sua conexão com os ecossistemas e comunidades locais.

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O café Macaw recebeu esse nome no local onde nasceu: no Pantanal, a maior área úmida tropical do mundo.

Durante nossa estadia, testemunhamos o retorno da arara-azul, uma espécie que antes se temia estar extinta. Observar essas aves de um azul profundo cruzando os campos alagados revelou uma poderosa história de renovação e resiliência — um símbolo da beleza natural do Brasil.
 

Escolhemos o nome Macaw para refletir o espírito que desejamos em cada xícara: regeneração em vez de extração, parcerias em vez de transações e um café que honra as paisagens e as pessoas por trás dele. Essa é a energia positiva que queremos compartilhar.

NOSSOS AGRICULTORES

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ALMIR

Embora o cultivo do café não faça parte das tradições ancestrais do povo PAITER SURUÍ, ele foi adotado de forma visionária e estratégica a partir da década de 1980, como uma alternativa sustentável para fortalecer a economia e o bem-estar social dentro do Território Indígena Sete de Setembro. Quando os colonizadores invadiram nossas terras e introduziram o plantio de café, o povo PAITER SURUÍ respondeu desenvolvendo um profundo compromisso com a produção responsável — combinando o conhecimento tradicional com a inovação tecnológica e práticas ambientais sustentáveis.

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ZITO

A fazenda “Água da Mata”, localizada em Garça, São Paulo, entre 640 e 700 metros acima do nível do mar, é uma referência em cafés especiais. Ela combina tradição, práticas sustentáveis e técnicas modernas para produzir grãos de qualidade superior, com sabor equilibrado, aroma intenso e notas únicas, preservando a biodiversidade local.

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LUCAS GARCEZ

COFUNDADOR E CEO

Lucas Garcez é cofundador e CEO da Macaw Coffee. Ele cresceu em Vinhedo, no estado de São Paulo, onde espírito, movimento e disciplina moldaram seus primeiros anos como atleta juvenil no futebol e no karatê. Por mais de uma década, Lucas viveu e trabalhou nas capitais da moda do mundo, modelando para grandes marcas e publicações, e aprendendo como a cultura, o artesanato e a humanidade transcendem fronteiras.

 

Não importava o quão longe fosse, o Brasil sempre o chamava de volta. Em suas frequentes visitas ao país, a paixão de Lucas pelo café brasileiro se transformou em algo mais profundo, levando-o a fazendas de café por todo o Brasil e a construir relacionamentos com os próprios produtores. Observar o cuidado, a habilidade e a responsabilidade ambiental por trás de um café especial de alta qualidade inspirou Lucas. Ao compreender seu valor, ele também percebeu o quão pouco dessa história era conhecida globalmente.

 

Com a Macaw Coffee, Lucas está construindo uma empresa baseada no respeito: elevando o reconhecimento mundial do café brasileiro e, ao mesmo tempo, apoiando os agricultores que o cultivam de forma sustentável, ética e com orgulho.

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